Chego em casa e saio em seguida
E vivo sempre de partida
E vejo outra vez por trás da colina
O sol que vai se pondo
E passo a perguntar: até quando?
Então vejo um novo amanhecer
Mudo novamente de lugar e planejo outra fuga
Encontro no caminho poucas rosas
Algumas pedras e muitos espinhos
Escapo de um tropeço e esqueço.
Resolvo parar até alguém me ajudar
E demora
Peço a qualquer deus
Que esteve por aqui:
Por favor, me tire desta solidão!
E ninguém me ouve.
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